Seminário de Fornecedores do Franchising estreia na Franchising Week

Fornecedores de referência do franchising brasileiro falaram de temas diversos, tais como seleção, geração de valor, atendimento digital e relacionamento remoto

Share on facebook
Share on email
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp

Seminário de Fornecedores do Franchising estreia na Franchising Week

Fornecedores de referência do franchising brasileiro falaram de temas diversos, tais como seleção, geração de valor, atendimento digital e relacionamento remoto

A ABF realizou seu primeiro Seminário de Fornecedores do Franchising na tarde do dia 24 de junho, como parte da programação da ABF Franchising Week Virtual. O evento reuniu representantes de vários elos da cadeia do setor de franquias. Nos painéis foram debatidos temas como o processo de seleção de fornecedores, geração de valor por meio da participação de uma entidade associativa, atendimento digital, relacionamento remoto e o futuro do mundo físico com a ascensão do e-commerce. De acordo com Vicente Gouvea (NCR), membro da Comissão de Fornecedores, a ABF é formada por vários componentes, e bons fornecedores ajudam a estruturar marcas fortes, que criam franqueados bem-sucedidos. “Os fornecedores dentro do ecossistema de franquias são uma peça fundamental, e a missão da nossa Comissão é valorizar os fornecedores dentro da ABF, e aproximar os fornecedores das marcas”, disse, no primeiro painel de contextualização sobre o evento onde tbem participaram Beno Krivkin, coordenador da Comissão de fornecedores da ABF e sócio-diretor da Tribecca e Tatiana Campos da TRIA – CONSULTORIA E TREINAMENTO). Referindo-se ao processo de seleção de fornecedores, Danilo Assumpção (Grupo Ornatus) frisou que o setor de franquias tem de tudo, todos os segmentos, modelos, e é importante que o fornecedor entenda o que deve ser oferecido para cada uma. De acordo com o palestrante, “não dá para vender o mesmo serviço para duas marcas, às vezes são necessários ajustes. E é a partir destes ajustes, que se cria a fidelização e boa relação entre fornecedor e franqueado”. Gilberto Mendes (Solutto) destacou que, em relação ao atendimento ao franchising, o fornecedor precisa derrubar um mito, que se baseia em imaginar que o setor de franquias só é composto por grandes empresas. “A maioria das redes é composta por pequenas e medias marcas, e com isso, é mais difícil vender uma solução muito cara. Soluções muito sofisticadas têm dificuldade de entrar no franchising, franqueadoras são compostas por times enxutos, e dessa forma, o tipo de solução-chave é a que exige menor esforço para importação, na qual o fornecedor deixa tudo preparado”, afirmou. Ao abordar questões de relacionamento do fornecedor com a rede e como manter isso de forma remota em tempos de pandemia, Ana Vecchi (Ana Vecchi Business Consulting) afirmou que “o digital trouxe essa proximidade, mas é uma ferramenta. Funciona muito bem desde que essa proximidade e esse relacionamento, dando suporte aos franqueados, existissem anteriormente. As redes franqueadas que possuíam uma relação positiva, formando uma rede engajada, conseguiram dar continuidade a um relacionamento”. A especialista salientou, ainda, a importância de o franqueado se manter em constante atenção para com suas redes e fornecedores. O painel sobre o futuro das lojas físicas reuniu Luiz Marinho (Gouvea Malls), Luis Stockler (Grupo Bittencourt), Renato Diniz (Estúdio Jacarandá), Gustavo Furtado (Economapas) e Renato Claro (­Kickoff), moderador. Para Stockler, é necessário ter consciência de que a estruturação de lojas começa a partir dos posicionamentos e conceituação da marca, onde as empresas têm que entender seus clientes e planejar suas ofertas. “O que tem que ficar na mente é que o que está no centro da questão é o que o consumidor decide. E ele sempre está de olho, no que é mais seguro, mais prático, mais prazeroso, e o custo-benefício. Com isso, vê-se a necessidade de abrir espaços físicos, quiosques, ou só trabalhar no e-commerce”, observou. Bruno Pauli (Pauli Móveis) e Adriana Auriemo (Nutty Bavarian), diretora de Relacionamento, Microfranquias e Novos Formatos da ABF, ressaltaram como se gerar valor por meio da participação em uma associação. Segundo Pauli, o mais positivo em três anos de associação foi o estabelecimento de elos e expansão do networking. “Fiz amigos, trabalhei com uma base forte, via redes sociais, e foi uma experiência fantástica, onde hoje tenho uma gama de contatos muito maior e de mais confiança,” disse.