Do incômodo estético até a dor

Embora não seja doença, a celulite afeta a autoestima de muitas mulheres e chega a causar dor em casos mais acentuados

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Do incômodo estético até a dor

Embora não seja doença, a celulite afeta a autoestima de muitas mulheres e chega a causar dor em casos mais acentuados

A celulite não é considerada uma doença, contudo é uma preocupação estética importante para muitas pessoas que, por conta dela, passam a ter baixa autoestima. Caracterizada pelo aspecto ondulado da epiderme, tipo “casca de laranja”, estima-se que atinja 95% das mulheres.

Sua causa ainda não é totalmente conhecida, havendo inúmeras suposições. Os fatores de predisposição parecem ser hereditários, tais como gênero, etnia, biotipo corporal e distribuição de gordura. Circulação comprometida, alterações hormonais, estilo de vida e obesidade também estão relacionados.

Existem vários graus de celulite, desde aquele em que os furinhos ou as ondulações só aparecem quando se aperta a pele ou se contrai os músculos, até os de nodulações sempre visíveis. Um ponto importante é que nos casos mais avançados, a celulite pode até causar dor, pois promove a compressão de terminações nervosas locais, comprometendo a qualidade de vida. Também provoca inflamação do local.

Há muitos tratamentos disponíveis para esse problema e dentre os mais eficazes estão oligotermo slim (ativa a circulação na região afetada), endermolipo (estimula a atuação do neo-colágeno, essencial para manter a pele sempre lisa) e intradermoterapia sem agulha (aplicação direta na pele de enzimas capazes de queimar a gordura).

Outras opções são carboxiterapia (injeta fluxo de gás carbônico e aumenta a circulação sanguínea) e radiofrequência (aquece as camadas mais profundas da pele e ativa a produção de colágeno). E, para um melhor resultado, é importante ter uma rotina de alimentação saudável – livre de açúcares e gordura –, beber bastante água (pelo menos dois litros por dia) e praticar exercícios físicos regularmente.

Fonte: Sylvia Ramuth, médica da área de Desenvolvimento e Pesquisa da Emagrecentro

“Meus exames estavam todos alterados”
“Em 2018, cheguei a 102 quilos e minha saúde estava péssima. Na época, desenvolvi gastrite, gordura no fígado, refluxo, anemia, colesterol alto etc. Meus exames estavam todos alterados, com déficit de vitaminas, inclusive. Eu estava realmente obesa. Comecei a fazer tratamento, mas precisava de um complemento, algo a mais para me ajudar no processo de mudança de vida. Na Emagrecentro. junto com o Método 4 Fases, fiz drenagem linfática, carboxiterapia, radiofrequência e aplicação de enzimas. Consegui perder 33 quilos e ganhei qualidade de vida. Hoje, tenho mais disposição para fazer as coisas e não me sinto mais cansada o tempo todo. Além disso, perdi medidas e percebi uma melhora gigantesca no aspecto da celulite.”

Vivian Sá Roque, 36 anos, advogada e cliente Emagrecentro – unidade Shopping Aricanduva (SP)