Da coleta de dados Informações, arquivamento e apresentação

SBVC – Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo organizou um grupo de trabalho composto por especialistas em varejo.

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Da coleta de dados informações, arquivamento e apresentação

SBVC – Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo organizou um grupo de trabalho composto por especialistas em varejo. Esse grupo produziu uma extensa relação de empresas atuantes no setor de varejo brasileiro, abrangendo empresas com operações em âmbito local, regional e nacional, cujo faturamento estaria potencialmente colocado entre as maiores 300 empresas de varejo brasileiro.
As empresas identificadas foram segmentadas de acordo com os principais ramos de atuação, procurando ratificar e/ou retificar a lista original, a partir de informações de entidades e associações setoriais, quando existentes e com informações publicamente disponibilizadas.

A hierarquia adotada em relação às fontes de informações das empresas para o Ranking foi a seguinte:

1) Dados declaratórios fornecidos pelas empresas, formalmente recebidos e arquivados pela SBVC;

2) Dados publicados por entidades setoriais representativas;

3) Balanços contábeis publicados pelas empresas;

4) Publicações em veículos de grande circulação.

5) Estimativas feitas pela equipe técnica da SBVC, empregando como critério a venda média por loja de redes e segmento e perfil similar, ou o faturamento por loja divulgado pelas empresas em publicações setoriais, multiplicado pelo número de lojas da rede;

O objetivo do Ranking foi retratar a representatividade das redes no varejo brasileiro. Com isso, os dados de algumas empresas podem divergir de números contábeis e/ ou publicados em balanços, em função da estrutura de canais. Diversas empresas que atuam no varejo brasileiro operam por meio de redes de lojas próprias, redes de lojas franqueadas e distribuição para revendedores multimarcas (operações de atacado). Para efeito do Ranking foram buscados ou estimados os dados referentes à venda no varejo de lojas de bandeira proprietária da empresa. Assim, no caso de empresas com distribuição em múltiplos canais, foram consideradas as vendas em lojas próprias, vendas finais das lojas franqueadas e vendas por comércio eletrônico, desconsiderando as vendas em atacado para lojas multimarcas.
As redes de “atacarejo” foram consideradas em função de sua crescente penetração e representatividade como canal de vendas ao consumidor final e seu crescente peso na receita de grandes grupos de varejo com atuação no Brasil. Este estudo não é um relatório contábil e a sua emissão e conteúdo não constituem a certificação ou asseguração dos dados coletados, arquivados e publicados. Logo, os resultados do estudo destinam-se a fornecer apenas um panorama do mercado varejista brasileiro e da representatividade das empresas que atuam no setor, a partir dos critérios e limitações expostos na metodologia descrita.

Dos critérios e das premissas adotadas
O Ranking tem como variável-tronco o faturamento bruto das empresas no exercício de 2018. As empresas foram classificadas por ordem decrescente, do 1º ao 300º lugar. Para empresas multinacionais com operação no Brasil, o critério adotado para efeito de classificação no ranking foi o faturamento bruto gerado no Brasil. O crescimento das empresas apresentado no estudo levou em consideração o percentual de variação do faturamento bruto em 2018 em relação a 2017.
Também foram listados os 50 maiores grupos varejistas, que consolidam empresas diferentes pertencentes a um mesmo grupo econômico. O conceito de varejista multibandeira pressupõe o uso de duas ou mais marcas ou da variação de uma mesma marca com extensão de nome ou bandeira (tais como Plus e Express, dentre outros). O número de lojas e funcionários de cada empresa listada foi levantado com base na quantidade de unidades abertas e colaboradores ativos em 31/12/2018.
A qualificação de empresa multiformato foi apontada nos casos nos quais a empresa opera modelos diferentes de loja, seja em tamanho, mix de produtos, nível de serviço ou projeto arquitetônico.
Em relação à estrutura de capital, quando as empresas com capital aberto no exterior possuem empresas de capital fechado no Brasil, essas foram consideradas empresas de capital fechado no estudo.
No caso de empresas de franquias ou com operação de atacado, o critério adotado foi informar o sell out informado ou estimado da rede, incluindo a venda realizada pelos franqueados. Desta forma, o ranking lista o faturamento gerado sempre na ponta das redes, o que retrata o real peso da empresa no varejo brasileiro. Todos os documentos relacionados à coleta dos números estão arquivados na área de pesquisas da SBVC – Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo.
A SBVC efetuou a coleta de dados/ informações, arquivamento, apresentação e definição dos critérios e das premissas adotadas com o auxílio do CEPEV – Centro de Estudos e Pesquisas do Varejo – da EACH/USP, na revisão do cumprimento das premissas da SBVC descritas acima durante o processo de elaboração do estudo. O material gerado deste estudo não constitui uma auditoria das demonstrações financeiras ou de quaisquer das informações apresentadas para este estudo.