Advertisement Advertisement Editora Lamonica – Lupa no varejo – Revista Varejo & Oportunidades

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Lupa no varejo – Revista Varejo & Oportunidades

Ranking “300 Maiores Empresas do Varejo Brasileiro 2017”, da SBVC, apura que essas empresas faturaram mais de R$ 562 bilhões em 2016

Confira a matéria completa publicada na seção Especial da Revista Varejo & Oportunidades nº 44 (página 26)

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21/08/2017 – Entre 2014 e 2016, o cenário que se apresentava no Brasil era o seguinte: inflação e juros altos, aumento no índice de desemprego, desconfiança por parte dos consumidores e dos investidores, crise política, desvalorização do real, valorização do dólar e bancos mais criteriosos na concessão de financiamentos. Apesar de a situação ainda não estar sob controle, um setor em particular merece destaque: o varejo nacional. Prova disso são os resultados do ranking “300 Maiores Empresas do Varejo Brasileiro 2017”, realizado pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC).

De acordo com a terceira edição do estudo, as grandes empresas do segmento registraram, no ano passado, aumento nas vendas e no número de lojas, resultado dos acertos da gestão de cada uma. Juntas, as empresas listadas tiveram faturamento estimado de R$ 562,136 bilhões e responderam por 40% do varejo brasileiro. Considerando as 236 companhias que divulgaram seus faturamentos brutos em 2015 e 2016, o crescimento anual foi de 8,6%, quase o dobro dos 4,5% do varejo como um todo, segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – excluindo os 6,29% de inflação medida pelo IPCA-IBGE.

Quando se trata do top 10 (Carrefour, GPA Alimentar, Walmart, Via Varejo, Lojas Americanas, Grupo Boticário, Raia Drogasil, Magazine Luiza, B2W Digital e Grupo Martins), o crescimento foi de 9,74%, contra 3,54% na edição 2016 do levantamento. O desempenho das líderes, mais ajustadas ao novo momento da economia brasileira, representa mais do que o dobro da expansão total do faturamento nominal do varejo nacional, mostrando que elas, impulsionadas por tecnologia, conhecimento do mercado, capacidade de gestão e saúde financeira, têm sido capazes de manter um crescimento sólido.

“O cenário das 300 maiores varejistas brasileiras mostra um crescimento acima da média do varejo como um todo. Mas o que levou este grupo a este resultado? Um dos aspectos mais importantes foi a busca por produtividade. O aumento se deu mesmo com uma ligeira redução no número de trabalhadores no setor e com expansão na base de lojas. O varejo entendeu que era preciso otimizar seus recursos para lidar com um cenário fortemente recessivo e foi capaz de mudar processos e estruturas de negócios para fazer mais com menos. Analisar cada ponto de venda e encontrar oportunidades de melhoria estão criando empresas mais fortes e resilientes”, analisa o presidente da SBVC, Eduardo Terra.

Segundo o executivo, também chama atenção, na evolução do varejo, a formação de Conselhos de Administração: hoje em dia, 65 das companhias participantes do levantamento contam com uma estrutura consultiva que as permita entender melhor as rápidas mudanças do mercado e identificar prioridades estratégicas, o que certamente estimula movimentos inovadores. “A necessidade que o varejo tem de realizar uma transformação digital para lidar com os desafios e aproveitar as oportunidades que surgirão nos próximos anos é algo que tem sido bastante ressaltado, e certamente a criação dos CAs possibilita que as empresas recebam insights e inputs relevantes que as direcionam nesse sentido. O resultado com certeza será positivo para todo o setor”, complementa.

 

Setores

Assim como nos anos anteriores, o ranking 2017 da SBVC constatou a presença maciça dos supermercados. Das 300 companhias listadas, 144 são desse segmento – elas somaram faturamento de R$ 288,78 bilhões em 2016, o equivalente a 51,37% das vendas das maiores empresas do Brasil. O setor continua sendo um dos motores da economia brasileira e, em um período de baixo crescimento, torna-se ainda mais importante, uma vez que os consumidores adiam cortes em itens de primeira necessidade, como alimentos, retomando o consumo o mais rápido possível.

O segundo mercado mais representado no estudo é o de Moda, Calçados e Artigos Esportivos: 49 varejistas, mas nenhum no top 10, que tiveram faturamento de R$ 64,84 bilhões no ano passado (11,53% das vendas das 300 maiores varejistas). Apesar de contar com grandes redes, essa é uma área bastante pulverizada, com muitas empresas de médio porte e forte presença regional. Análise semelhante vale para a área de Eletromóveis, em que, mesmo com a presença de duas companhias entre as dez maiores varejistas do País – e 34 na listagem total –, existe uma grande relevância de empresas com forte atuação regional. Na edição 2017 do ranking, o faturamento bruto desse segmento foi de R$ 71,08 bilhões ou 12,64% das vendas totais das maiores empresas do varejo brasileiro.

A quarta e a quinta posições foram ocupadas pelos setores de Drogaria e Perfumaria e Foodservice, ambos com 16 empresas entre as 300. No primeiro caso, as redes registraram, em 2016, faturamento de R$ 52,14 bilhões, ou 9,27% das vendas das maiores varejistas brasileiras. Já a segunda área, na qual o sistema de franquias está mais presente, faturou R$ 17,34bilhões (3,08% das vendas das maiores varejistas brasileiras).

 

Empregos

Atualmente, o varejo é o maior empregador privado do Brasil. Mesmo com o crescente desemprego provocado pelo cenário econômico, o setor continua a contratar e promover o crescimento do País. Só para se ter uma ideia, as empresas listadas no ranking da SBVC somam 1,57 milhão de funcionários, número praticamente igual ao do ano anterior (1,6 milhão).

O principal grupo gerador de empregos é o GPA Alimentar, divisão de varejo de alimentos do Grupo Pão de Açúcar, com 91 mil colaboradores em 2016, redução de 8,17% em relação ao ano anterior. A seguir aparecem Carrefour (80.021), Walmart (65.000), McDonald’s (50 mil), e Via Varejo (46 mil). Essas cinco companhias são responsáveis por 332.021 empregos, 21,15% do total das 300 empresas. Considerando o top 10 dos maiores contratantes – entram na lista Grupo Boticário, Raia Drogasil, Grupo Martins, Cencosud e DPSP –, este número sobe para 483.966 (30,83% do total).

 

E-commerce

Canal cada vez mais importante para o varejo, seja para venda direta e relacionamento ou interação e informação, o e-commerce acabou modificando a jornada de compra dos consumidores e transformando o papel do PDV na relação empresa/cliente. Entre as empresas listadas no estudo, sete atuam especificamente de forma virtual. Chamadas de pure players, elas apresentaram em 2016 faturamento de R$ 17,78 bilhões, valor impulsionado pela B2W (R$ 10,51 bilhões), situada no top 10 das maiores varejistas do País.

De acordo com a SBVC, as lojas exclusivamente online representam 3,16% das comercializações do grupo das maiores empresas brasileiras e tiveram um crescimento consolidado de 6,91% em suas vendas no ano passado. Quando falamos do ranking geral, menos da metade das 300 companhias contam com uma presença digital sólida – são 119 ou 39,67% do total. Destacam-se nesse cenário o setor de Livrarias e Papelarias, 100% representado. O de Moda, Calçados e Artigos Esportivos, por sua vez, é, em termos absolutos, o que mais tem presença no mundo online, com 33 empresas entre as maiores do varejo. Na sequência aparece Eletromóveis, com 22.

“Ainda é elevado o número de empresas que não possuem operação de e-commerce. Isso é fortemente impactado pelo varejo alimentar, já que apenas 18 das 144 maiores redes de supermercados (12%) e quatro das 12 maiores de foodservice (25%) têm loja virtual. Mesmo nos segmentos de varejo não alimentar, que apresentam maior índice de presença digital, apenas 97 das 140 empresas (69%) vendem online”, comenta o fundador da Varese Retail e vice-presidente e conselheiro deliberativo da SBVC, Alberto Serrentino.

O executivo destaca ainda que quase 80% da população economicamente ativa já compra pela internet no Brasil. “Os consumidores estão se movimentando mais rapidamente que o varejo, que já deveria estar avançando em processos de transformação digital”, complementa.

Para os coordenadores do Centro de Estudos e Pesquisas do Varejo (Cepev), da Universidade de São Paulo (USP), Francisco J. S. M. Alvarez e Marcos R. Luppe, o impacto da tecnologia na sociedade realmente tem que ser acompanhado pelo varejo. “Com as mídias sociais e os aplicativos será possível conhecer mais a fundo os clientes e comunicar-se de forma direta e frequente, o que amplia a abrangência de comunicação aos vários níveis do negócio”, afirmam.

 

Crescimento

Resiliência. Essa é a palavra de ordem para o varejo na atualidade. Ao analisar as 300 maiores varejistas brasileiras, o panorama não é de crise, mas sim de crescimento moderado em um ambiente econômico bastante difícil. Para muitas delas, os últimos dois anos têm sido marcados pela busca por eficiência e produtividade na gestão e nas operações, o que leva ao fechamento de pontos de venda deficitários.

Pela análise da SBVC, lojas com desempenho fraco, que eram mantidas abertas durante os tempos de crescimento farto na expectativa de que viessem a maturar e passassem a ser rentáveis foram fechadas em 2016. A diferença é que novas oportunidades de expansão estão surgindo, e diversas companhias têm sido capazes de capturá-las. Em relação à expansão, uma amostra de 231 empresas revela que a base de lojas terminou o ano passado 3,5% maior do que começou. Em 52% das empresas houve aumento, 32% se mantiveram iguais e 16% apresentaram redução.

O segmento que mais abriu pontos, tanto em termos absolutos quanto relativos, foi o de Drogaria e Perfumaria, com 862, crescimento de 8,38%. O segundo com melhor resultado foi o de Supermercados (453 pontos de venda, passando para um total de 10.420). Na outra ponta, o de Eletromóveis teve uma diminuição de 5,74% em sua rede física, com o fechamento líquido de 559 unidades, e o de Moda perdeu 60 lojas (-0,67%).

Considerando o desempenho das empresas ao longo de 2016, seis das 10 de maior crescimento porcentual nas vendas são do mercado de Supermercados. As áreas de Lojas de Departamentos, Drogaria e Perfumaria, Foodservice e Moda, Calçados e Artigos Esportivos também estão representadas entre o top 10. Trata-se de um cenário ligeiramente mais concentrado do que o da edição anterior do ranking, no qual seis setores do varejo apareciam entre as principais companhias.

A líder em crescimento foi a Polishop. Com R$ 2 bilhões em faturamento, ela duplicou seus números na comparação anual. Os Supermercados Alvorada faturaram R$ 257,3 milhões e cresceram 74,63%. A rede de farmácias Farmarcas teve expansão de 71,79% (R$ 938 milhões); a Costa Azul Multimercado, 69% (R$ 285 milhões), e o Grupo Mateus, 59,06% (R$ 6,49 bilhões).

Levando em conta a inflação medida pelo IPCA-IBGE, de 6,29% em 2016, 157 empresas listadas no levantamento da SBVC tiveram aumento real nas vendas. Outras 57 registraram expansão entre zero e 6,29%, indicando crescimento nominal, mas queda nas vendas em termos reais. Já 62 fecharam o ano com declínio no faturamento bruto nominal, em todos os segmentos do varejo.

 

Franquia

Consolidado no Brasil, o sistema de franquias tem importante papel no desenvolvimento do varejo brasileiro. As 10 maiores redes do País somam faturamento de R$ 43,89 bilhões (7,81% do faturamento das 300 empresas do ranking) e estão distribuídas em diversos segmentos: três são de Supermercados, três de Foodservice, duas em Outros, uma em Moda e uma em Drogaria e Perfumaria.

O top 10 das maiores franquias nacionais fechou 2016 com uma expansão de 10,94% no faturamento bruto, cerca de 2,5 vezes a expansão do varejo nacional no ano passado. O crescimento em número de lojas foi de 9,55%, passando para 14.979 pontos de venda, abaixo da expansão de 13,13% no número de colaboradores, que avançou para 186.838 no ano passado.

“Das 300 maiores, 41 empresas possuem operações relevantes de franchising, ou modelos de licenciamento em rede. O ranking da SBVC vem revelando o potencial e a relevância do franchising ao classificar as empresas pela venda consolidada das redes (sell-out) e não pelo faturamento das franqueadoras (sell-in). Com isso, conclui-se que 21 redes de franchising apresentam faturamento consolidado acima de R$ 1 bilhão”, finaliza Serrentino.

 

50 maiores grupos

1 – GPA Alimentar ¹

2 – (Carrefour) Grupo Carrefour Brasil ¹

3 – (Walmart) Walmart Brasil Ltda. ²

4 – Lojas Americanas S.A ²

5 – Grupo Boticário ¹

6 – Raia Drogasil ¹

7 – Magazine Luiza ¹

8 – (Smart Supermercados) Martins ¹

9 – (Cencosud) Cencosud Brasil Comercial Ltda. ¹

10 – DPSP ⁴

11 – Lojas Renner ¹

12 – Máquina de Vendas ⁴

13 – (Riachuelo) Guararapes Confecções ¹

14 – Dia% ²

15 – Grupo Mateus ⁴

16 – Farmácias Pague Menos ⁴

17 – C&A ⁵

18 – (Muffato) Irmãos Muffato & Cia Ltda. ²

19 – Companhia Zaffari Comércio e Indústria ²

20 – Supermercados BH Comércio de Alimentos Ltda. ²

21 – Leroy Merlin ⁴

22 – (Comper Supermercados) Grupo Pereira ¹

23 – Supermercados Guanabara RJ ⁵

24 – McDonald’s ⁴

25 – Lojas Cem ⁴

26 – Condor Super Center Ltda. ⁴

27 – Havan ¹

28 – Pernambucanas ³

29 – Marisa Lojas S.A.³

30 – Supermercado Mundial ⁵

31 – Sonda Supermercados Exp. e Imp. S.A. ²

32 – Móveis Gazin¹

33 – Roldão ⁴

34 – DMA Distribuidora S.A. ²

35 – Grupo SBF ⁵

36 – A. Angeloni Cia. Ltda. ¹

37 – Privalia ⁴

38 – Savegnago Supermercados Ltda. ²

39 – Tenda ⁵

40 – (Líder Supermercados) Líder Comércio e indústria Ltda. ²

41 – Fast Shop ⁵

42 – Subway ⁴

43 – Grupo Netshoes ¹

44 – Coop – Cooperativa de Consumo ²

45 – Kalunga ⁴

46 – Grupo Herval ⁴

47 – Nagumo ¹

48 – (Super Nosso) Multi Formato Distribuidora S.A. ²

49 – Supermercado Bahamas S.A. ²

50 – (DPaschoal) Comercial Automotiva S.A.⁴

Fonte: SBVC

 

Empresas por ramo de atividade entre as 300 maiores do varejo:

Super, hiper, atacarejo e conveniência: 144

Moda, calçados e artigos esportivos: 49

Eletromóveis: 34

Drogaria e perfumaria: 16

Foodservice: 16

Lojas de departamento, artigos do lar e mercadorias em geral: 10

Material de construção: 10

Outros segmentos: 10

Óticas, bijoux, bolsas e acessórios: 6

Livrarias e papelarias: 5

Fonte: SBVC

 

Maiores empresas de cada segmento
 

Segmento Empresa Bandeiras Faturamento Bruto (2016) Número de lojas (2016) Funcionários (2016)
DROGARIAS E PERFUMARIAS Grupo Boticário ¹ O Boticário, Eudora, Quem disse Berenice? e The Beauty Box R$ 11.436.962.865,00 4.038 37.242
ELETROMÓVEIS Via Varejo ¹ Casas Bahia, Ponto Frio, Casas Bahia.com, PontoFrio.com, Cdiscount.com, Barateiro.com e Extra.com R$ 22.293.000.000,00 975 46.000
FOODSERVICE McDonald’s ⁴ McDonald’s R$ 4.500.000.000,00 902 50.000
LIVRARIAS E PAPELARIAS Kalunga ⁴ Kalunga R$ 2.100.000.000,00 169 3.300
LOJAS DE DEPARTAMENTO, ARTIGOS DO LAR E MERCADORIAS EM GERAL Lojas Americanas S.A. ¹ Lojas Americanas e Americanas Express R$ 11.975.115.000,00 1.127 21.166
MATERIAL DE CONSTRUÇÃO Leroy Merlin ⁴ Leroy Merlin R$ 4.935.000.000,00 41 10.000
MODA, CALÇADOS E ARTIGOS ESPORTIVOS Lojas Renner ¹ Lojas Renner, Youcom e Camicado R$ 7.644.642.000,00 444 19.018
ÓTICAS, JÓIAS, BIJOUX, BOLSAS E ACESSÓRIOS Óticas Diniz ¹ Óticas Diniz e DNZ EyeWear R$ 830.000.000,00 900 10.000
SUPERMERCADO, HIPERMERCADO, ATACAREJO E CONVINIÊNCIA (Carrefour) Grupo Carrefour Brasil ¹ Carrefour Hiper, Carrefour Bairro, Carrefour Express, Carrefour.com, Atacadão e Banco Carrefour R$ 49.103.325.988,00 349 80.021
OUTROS SEGMENTOS (DPaschoal) Comercial Automotiva S.A.⁴ Dpaschoal, Auto Z, Maxxi Training, DPK, Da Terra e Techno Park R$ 2.000.000.000,00 660 3.500

 Fonte: SBVC

 

DEPOIMENTOS:

 

ABF

“O importante estudo feito pela SBVC dimensiona o varejo e o franchising brasileiros em profundidade. O fato de 41 franquias integrarem a lista das 300 maiores empresas do varejo brasileiro no ranking nos mostra a importância desse sistema no setor varejista. A indústria do franchising no Brasil segue resiliente, com resultados positivos frente à crise. Esse bom desempenho é fruto, principalmente, de muito trabalho, planejamento e gestão estratégicos, ganhos de eficiência e das melhores práticas no setor, que age em sinergia com o varejo”.

Altino Cristofoletti Junior, presidente da Associação Brasileira de Franchising (ABF)

 

ABRAFARMA

“Com profissionalismo e atento às tendências internacionais, o varejo farmacêutico vem experimentando um crescimento contínuo nas vendas, com índices sempre acima de dois dígitos. Mesmo em períodos mais conturbados, o setor manteve a aposta na expansão geográfica e na diversificação da oferta de produtos, levando boas práticas de saúde e bem-estar a todos os cantos do País. Atualmente, investe nas farmácias como centros de orientação clínica. Todas essas conquistas e evoluções têm uma receita em comum: a capacidade de ouvir o consumidor e entender o que ele quer, de fato, no ponto de venda”.

Sérgio Mena Barreto, presidente executivo da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma)

 

ABVTEX

“As mudanças no comportamento e o empoderamento do consumidor brasileiro trazem sempre novos desafios ao varejo de moda, pois são consumidores que buscam empresas com um propósito definido e prezam pela moda inclusiva, justa e sustentável. Nesse sentido, o Programa da ABVTEX vem conquistando um importante reconhecimento do mercado ao representar um esforço setorial liderado pelas mais representativas redes de varejo de moda na consolidação das boas práticas na cadeia de fornecimento em prol de um ambiente de negócios sustentável e das questões de compliance”.

Edmundo Lima, diretor executivo da Associação Brasileira do Varejo Têxtil (ABVTEX)

 

ANAMACO

“O ano de 2017 começou como um grande desafio para todos nós. Vínhamos de dois anos consecutivos de queda, os piores dos últimos 14 anos, e, depois de altos e baixos e de muita luta ao longo dos meses, iniciamos um processo modesto de recuperação. Preciso lembrar, porém, que momentos de turbulência e volatilidade econômica são importantes para o desenvolvimento do mercado, pois eles exigem entendimento do ambiente de negócios, preparo para compreender o que está acontecendo ao redor e ações para reagir. A crise ajuda a nos reinventar. As 10 empresas do segmento de material de construção estão entre as 300 maiores do varejo brasileiro por motivos plausíveis, fizeram a lição de casa e não deixaram de investir em talento e tecnologia, modificando diversas ações em seu plano estratégico, mesmo nesta conjuntura nada fácil. São empresas como essas que nos fazem seguir em frente, apostando em dias melhores”.

Cláudio Conz, presidente da Anamaco

 

BTR EDUCAÇÃO E CONSULTORIA

“Vivemos uma nova era, onde as buscas e a satisfação das necessidades mudam radicalmente e as relações de consumo devem ser questionadas e inovadas constantemente. O mercado do varejo tem demonstrado forte atenção ao entendimento da cultura digital e a satisfação das demandas dos seus clientes e suas tendências disruptivas. Inovar torna-se essencial para a sustentabilidade das empresas. As que se prenderem ao passado ou não tiverem estrutura e habilidade suficiente para encontrarem os caminhos da inovação estarão fadadas ao fracasso.  Por outro lado, as que fizerem a ‘lição de casa’, acompanharem a evolução das necessidades do mercado e de seus consumidores, entenderem melhor o meio ambiente e apresentarem capacidade e agilidade adaptativa, serão as que terão destaque entre as mais rentáveis, gerando riquezas e benefícios para a sociedade”.

Helio Biagi, sócio-diretor da BTR Educação e Consultoria

 

EBIT

“Com o avanço do acesso a internet e o crescimento dos dispositivos móveis nos últimos anos, vivemos uma mudança comportamental do processo de compra, no qual os consumidores passam a utilizar a internet de forma cada vez mais intensa para comparar preços, buscar e avaliar opções de vendedores e, consequentemente, adquirir produtos. Assim, estar estabelecido com um site de e-commerce atualmente significa não apenas uma extensão do seu negócio, mas em muitos casos, a principal (ou única) fonte de vendas”.

André Dias, COO da Ebit

 

Confira a matéria completa publicada na seção Especial da Revista Varejo & Oportunidades nº 44 (página 26)

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