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Faturamento do Franchising cresce 6,8% no segundo trimestre do ano

na Categoria Economia, Franchising
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O presidente da ABF, Altino Cristofoletti Junior e a gerente de inteligência de mercado da ABF, Vanessa Bretas, durante apresentação da Pesquisa de Desempenho Trimestral

Segundo levantamento divulgado nesta tarde pela ABF, setor apresentou faturamento de R$ 37,565 bilhões no período, ante os R$ 35,89 bilhões registrados no ano passado

10/08/2017 – O franchising brasileiro registrou crescimento de 6,8% em seu faturamento no segundo trimestre deste ano, saltando de R$ 35,180 bilhões para R$ 37,565 bilhões no período. Os dados são da Pesquisa de Desempenho Trimestral, divulgada nesta tarde pela Associação Brasileira de Franchising (ABF). O levantamento também apontou que, no acumulado dos últimos 12 meses, o faturamento cresceu 8,4%, saltando de R$ 144,615 bilhões para R$ 156,784 bilhões.

“As expectativas de mercado indicam estabilidade para 2017, com um crescimento projetado de 0,34% no PIB, com uma inflação de 3,45%. Então a tendência para 2017 é a de que o franchising siga um crescimento sustentado, moderado, de maneira lenta, porém, em recuperação, e projetamos um crescimento do setor no final do ano de 7 a 9%”, comenta o presidente da ABF, Altino Cristofoletti Junior.

“Ao longo destes últimos anos, o franchising apostou em sua eficiência, em sua busca maior de processos, alinhados com a importância de se ter um time mais preparado. Tudo isso impacta nos resultados. São marcas focadas nos seus múltiplos canais de vendas, no ecommerce, no porta a porta, tudo isso vai ajudando a termos esta performance. Então este é um cenário que ajuda a entender o franchising brasileiro”, completa.

Neste último trimestre, os setores que apresentaram maior crescimento foram Hotelaria e Turismo (10,1%), Saúde e Bem-Estar (9,4%), Casa e Construção (8,6%), Entretenimento e Lazer (7,0%) e Alimentação (5,4%). “Em geral, observamos que houve uma tendência de estabilização no setor como um todo. Os segmentos tiveram um comportamento dentro do esperado em que a expansão foi um pouco mais moderada e as redes investiram na eficiência em suas operações”, comenta a gerente de inteligência de mercado da ABF, Vanessa Bretas. Confira abaixo o desempenho de todos os segmentos:

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A ABF atribui este desempenho à melhora de alguns indicadores macroeconômicos, como a queda da inflação e expansão do crédito às famílias, à projeção de tímido crescimento do PIB em 2017, e fatores pontuais, como o saque das contas inativas do FGTS, associados à busca incessante do setor de franquias por mais eficiência, novos mercados e por reconquistar o consumidor. Para o presidente da ABF, “paulatinamente, o setor vem fortalecendo seu crescimento em termos reais. Isso é muito importante visto que no período enfrentamos um mês de deflação e severas incertezas políticas. Esse desempenho mostra a capacidade de reinvenção do setor e os benefícios da operação em rede”.

A pesquisa também revelou a ampliação do número de empregos formais gerados no setor. Houve uma retomada na oferta de novas vagas que totalizou 1.200.694 trabalhadores diretamente empregados no sistema, 1% a mais do que no primeiro trimestre de 2017. Comparativamente, segundo o IBGE, o desemprego no Brasil registrou queda de 0,7% em relação ao trimestre anterior.

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